quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Carmelito destaca decisão do Governo Estadual de ampliar o debate sobre o complexo Garabi-Panambi



O Vereador Carmelito nesta quarta-feira, dia 13 de fevereiro, trouxe ao conhecimento de sua assessoria na Câmara de Vereadores um decreto do Governo Estadual, que institui um Grupo de Trabalho Garabi-Panambi, e também cria o Fórum Temporário Garabi-Panambi.
 O decreto nº 50017 assinado, dia 9 de janeiro de 2013, pelo Governador Tarso Genro e encarrega o grupo de elaborar o Plano de Desenvolvimento para a Região Noroeste e Missões do Estado Rio Grande do Sul. Estas regiões são áreas de abrangência direta e indiretamente afetadas pelas construções das hidrelétricas, que serão realizadas pelo Governo Federal nos municípios de Garruchos e Alecrim.
Carmelito esclarece que o Governo do Estado ao criar um Grupo trabalho e ampliar o debate através de um Fórum Temporário que tem a intenção de minimizar impactos ambientais e potencializar os benefícios econômicos e sociais que as atividades relacionadas à construção do complexo hidrelétrico deverão proporcionar.
O Grupo tem 180 dias a partir da publicação para apresentar diagnóstico regional. O mesmo decreto determina que em 90 dias deva ser constituído o Fórum Temporário Garabi-Panambi que utilizará os subsídios do Grupo de Trabalho para orientar o Plano de Desenvolvimento para as regiões.
Inúmeras vezes no ano de 2012 o Vereador Carmelito trouxe o assunto para discussão na Câmara de Vereadores. A grande preocupação do edil era o fato de São Borja não estar participando de forma contundente das discussões em torno do complexo hidrelétrico. Em muitas ocasiões Carmelito destacou que a construção de Garabi-Panambi interferiria diretamente e indiretamente em São Borja, citando, por exemplo, a atividade dos pescadores que seria prejudicada. O Vereador argumenta que os benefícios do complexo hidrelétrico estavam sendo direcionados às cidades que estão localizadas acima da represa. Para Carmelito São Borja não poderia ficar apenas com os prejuízos, mas, que também seja inserida nos benefícios que a hidrelétrica proporcionará como estradas, hospitais, irrigação e energia.

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